Memórias
(Paisagem de Fafe antigo e
Flores... Memórias!
A Árvore que nasceu na rude encosta,
Vive anos que sem cessar a consomem.
Vestida de escuro desgosta
e afugenta qualquer homem.
Porém, o Agricultor dedicado,
contempla-a a cada Primavera.
Corteja as Flores e aguarda cativado,
os Frutos que dali provera.
O Pobre idoso já tremente,
também por eles seu olhar anseia.
Relembra no casebre distante,
Memórias à Luz da candeia.
Muitos outros...
e sempre o mesmo olhar.
Todos a conhecem desde a verde infância.
Observam os vincos do seu trajar,
onde se oculta a Abundância.
Nos meus passos, ao ver o homem
de austera aparência, bendigo
das dedicadas Flores que escondem.
a presença de um grande Amigo.
(Luzia Ferreira Teixeira - 14/11/2009)
(Poema e Obra dedicados ao Trabalho desempenhado pela APCG, Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães, pelos 15 anos da sua existência)
A Árvore que nasceu na rude encosta,
Vive anos que sem cessar a consomem.
Vestida de escuro desgosta
e afugenta qualquer homem.
Porém, o Agricultor dedicado,
contempla-a a cada Primavera.
Corteja as Flores e aguarda cativado,
os Frutos que dali provera.
O Pobre idoso já tremente,
também por eles seu olhar anseia.
Relembra no casebre distante,
Memórias à Luz da candeia.
Muitos outros...
e sempre o mesmo olhar.
Todos a conhecem desde a verde infância.
Observam os vincos do seu trajar,
onde se oculta a Abundância.
Nos meus passos, ao ver o homem
de austera aparência, bendigo
das dedicadas Flores que escondem.
a presença de um grande Amigo.
(Luzia Ferreira Teixeira - 14/11/2009)
(Poema e Obra dedicados ao Trabalho desempenhado pela APCG, Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães, pelos 15 anos da sua existência)
Obra nº18
Mensagem mais recente Mensagem antiga Página inicial
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
0 comentários:
Enviar um comentário